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Minha foto
allan de lana

domingo, julho 10, 2005

Este poste contém:
5 assuntos (ame um e case com ele ou então pegue todos).


a)
pra não perder o costume:

NOVA LEI DE TALIÃO - Nicolas Behr

miopia por miopia
cárie por cárie.


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b)
senhores(as) de Braxília, vão às exposições da CAL e do IdA-UnB. Valem à pena. Destaque para o Moisés (CAL) e a Neila (IdA), como você pode ler aqui pelos olhos do Matias.


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c)
Ah como ser tanta emoção
Na harmonia do abraço
E ser somente esse abraço
Num continente de afeto
O corpo completo sente
Que repleto não se cabe
É o coração em despejo
É a lágrima em seu trajeto
Que zelosa evita o lábio
Para não salgar o beijo.

(O Abraço e a Lágrima - mas sem título é melhor - Lula Queiroga)


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d)
eau de parfum - aqui os posts são sentimentos, se expandem feito o ódio maldido de quem os remói consigo. Seja bem-vindo, a vida é glamurosa.


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e)
037

Amo a quem me usar de luva.

sexta-feira, julho 08, 2005

036 (Sobre o bege e o beijo)

Cobra-me decidir
(quem me cobra? Um-in-sujeito)
entre o bege
e o beijo.

Encontro o em-com-traste.
Não dá pra escapar
porque a lã é bege (Allanbege)
e nessa encruzilhada eu beijo.

Cor feia é o bege
que em oscular se perde
cai dentro entre-pele
sai fora indiferente
como fingisse o que dela se esquece.

Entre o bege e o beijo
mais que um trava-líguas.
É aí que a própria língua escorrega
porque o bege é um sabonete
lambisca, babuja e repete:

Bej.

segunda-feira, julho 04, 2005


035 (Cântico da Taverna)

Só escreve
quem esquece
e não manda
nem obedece.

Só a marginália me apetece!
Só a marginália!
Só a marginália!




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VOLTEI!
Parabéns a São João e São Luiz Gonzaga!

sexta-feira, março 25, 2005

Bibliofagia
Luciana Paiva, Luciana Fernandino, Rebeca Borges e Matias Monteiro.
Exposição com abertura dia 31 de março (quinta-feira), 18:30, na Galeria da Funarte do Eixo Monumental.

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segunda-feira, março 07, 2005

Nota sobre o ser-em-si
"Só a vontade, cuja obra, ou, antes, cuja imagem é o corpo, é o indestrutível" (Schopenhauer).


Soldado Morrendo. Robert Capa, 1936.

quarta-feira, março 02, 2005

Gonzagão é o pai do Punk Rock, filho ingrato.

sexta-feira, fevereiro 25, 2005

Mar é náusea
... e a Lagoa: quantas vezes percorri a lagoa? (45 minutos pra vir, outros 45 pra voltar) Chega daquelas velas, garças e tudo mais. E os três dias de tempo fechado, ainda por cima?

Se me diz "Ulisses", lhe pergunto "qual Ulisses?". Guimarães? Morrer em paz com a tal Iemanjá... Não mesmo! Esse vento leva todo pensamento pra longe. Não me adapto, preciso de feridas durante a meditação.

sábado, fevereiro 12, 2005


Fugidinha
Vou ali malhar o judas e volto já. Considero um ato psicotopossomático, me conheço e sei que sou incompreendido com fama de teimoso. Sempre ali: com medo do mal entendido.

Fui esfaqueado hoje, por vulnerabilidade, mas sem essa de Jovem Werther pro meu lado, calça amarela! Todo essa queixa não pode ser só por causa de um telefonema. Telefonema é pretexto.

Acabei deixando vocês aí sem entender nada. Quem mandou? Foram concordar com essas publicações da vida privada, agora agüentem o desligamento automático. Prometo que é momentâneo. Atenham-se à vantagem de sermos homicidas! O autor não pode conosco, porque somos a própria escrita. Pratiquem todos, publiquem as suas agonias íntimas!

domingo, fevereiro 06, 2005

uma licença poética abusiva
nazi e a sopa de letrinhas

N Z
Z N

pureza, reverência, civilização
quem quer?
eu não










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segunda-feira, janeiro 31, 2005

Tudo sobre uma árvore



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nada para arvorar o pensamento,

apenas perturbações.


E como os olhos cindem naquela árvore... e naquela outra! Vão direto à bifurcação do tronco - imagem pulsante: mania. Ao mesmo tempo, um mui comum (epocal) estado demasiado emotivo, diria, uma impossibilidade e, sobretudo, fusão importuna, intermitente e alienante da alma. Anima, diz o dicionário, significa princípio de vida.
Por aí, desanimam, enfim.


Árvore engendra uma repetição e uma leve alteração. Penso que signifique vento nórdico, do grego (aér - ar ou atmosfera - mais Bóreas - o deus Bóreas e no sentido de vento nórdico, propriamente). Ar e vento não são sinônimos, mas, em determinada disposição de leitura, se tocam e fazem o ar (atmosfera) mutável, tomado por um de seus elementos moventes. É como Bóreas, que virou a figura de sua tensão animal: de suas duas histórias, a que conheço por alto diz que se transformou em garanhão para deliciar-se com eqüinas que pastavam por campos da Ática.

Talvez toda fusão do tipo arbórea (e as outras) denote certa animalidade, uma regressão do domínio cognitivo. Aqui me parte um vento pulsante, um vento-machado impiedoso, que não permite transportar seivas como Paul Klee, nem fundir de todo. Posso, entretanto, desenhar uma narrativa da insuficiência, uma narrativa da busca por identidade:
qual árvore que não me parte?


Eucalipto é confortante, não bifurca. Poucos quilômetros se caminham à pé daquela primeira árvore da mania até um coletivo de eucaliptos. Com lapso corporal, reduz-se esse caminho a frações disléxicas de chão. Derivei naquelas árvores mais altas e menos bifurcadas. Me vi deitar ali no chão, no asfalto em frente, mas não, era radical, suficiente demais: a retidão extrema. Quem está disposto a arcar com o radicalmente eficaz?

Notei minha alma por perto ali: corpo abalado, pensante, mão direita sobre a testa, olhos vidrados além... Colapsamos linhas na técnica anima sobre paisagem. Uma linha dessas sai pela L3 Norte, só uma, abstrai-se até sumir, vez em quando acaba simulando vísceras (vai, volta, pára, cria paralelas trêmulas, incertas) e torna a desaparecer. Ziguezagues (inquietações). Mas, se não a capacidade para radicalizar, então a calma em conformar. Eis a cura.

Mais um pouco tempo e em frente estava "a" árvore. Bruta, por aspecto e posição de contra-luz com o sol, não por espessura. Curvava o caule para a esquerda. Meio sem cobertura, a copa dizia com o nariz: para lá! Era o ato da tomada de consciência: a curvatura para além do plano. Me abriguei na forma aberta. (Ali ao lado está a outra, a primeira, tenebrosa, pensei ainda). O vislumbre foi um caminhar, seguir aquela pista lançada ao vão.





Texto com alterações, publicado originalmente em:
LANA, Allan de. Tudo Sobre uma Árvore, In PAIVA, Luciana. AR VES. Brasília: Clasta & Clepta Edições, 2004.
Publicação disponível na BCE - Universidade de Brasília.

domingo, janeiro 30, 2005




I



em suma
"É que a gente vai
E fica a obra.
Mas eu persigo o que falta
Não o que sobra."




II



panorama invertido de qualquer pessoa humana.
de modo que não me encontro.




III




férias
pé na jaca.

















CONCLUSÃO



conformação é a munha do gosto
o passo se dá no abandono
quando viajo busco desencontros
o mais é um saco cheio que não derrama.


segunda-feira, janeiro 10, 2005

Agora cheguei da Universidade (já passou de 23:30h) e podia estar no banho pensando em cama. Mas não resisto, e vocês não vão ler isso, porque pensaram que eu só escreveria outra vez em fevereiro e, quando lerem, não poderão comentar. Ótimo, eu adoro calar o silêncio aos outros (na Internet calar tem essa dupla transitividade - e como eu gozo dela!). Vos digo, não sou o Mr. Hide, nem criação de um Dr. Uterson desvairado (e como acreditar nessas negações? Tomem-nas pelo (an)verso, se quiserem). É tudo verdade.

Eu sou. Por isso escamoteio o que passou. Quem vive maltrata o passado consigo mesmo.

Era isso... Algo errado?

Agora posso pensar em dormir. Muito obrigado, palavrinha.

sexta-feira, dezembro 31, 2004

Até daqui a um mês, mais ou menos. Boas festas. (...eu sobreviverei).

segunda-feira, dezembro 20, 2004

Estética Heimlich Transcendental
Obs.: este texto faz referência a uma parte específica da exposição do grupo "Eu, Você, Nós, Eles", que está acontecendo na CAL (Casa da Cultura da América Latina), no Setor Comercial Sul. Ao mesmo tempo é um convite, pois a exposição vai até o fim de janeiro de 2005.

Kant pós-freudiano? Caro leitor, isso não é deriva, mas uma um surto espaço-temporal. Surto eu. Surtara você ao ver o garfo do Matias Monteiro ou então ao querer usar seus óculos? Se sim, concordará em que há neles um estranhamento que acena, que quase se ergue como ameaça a realizar-se, quase torna seus objetos animados e duplicados.

O ato de ver não só transforma o visto, mas deve proteger o olho. Por isso, a ilusão nunca se realiza: ela aponta faminta para todas as nossas azeitonas, mas não pode fisgá-las. O limite, que é o sentido comum, o ver e conformar-se, é o que Freud atribuiu ao heimlich, familiar. Naqueles objetos siameses do Matias encenam-se quase além desses limites: nascimento e heimlich.

hum) nascimento: dois corpos nascidos não podem fundir-se, nascer é consolidar-se como organismo vivo, unidade, por isso, como para a Nazareth Pacheco, nossos corpos são emborrachados, têm pele, proteção contra a morte.

dois) heimlich: Freud mostra como na história do uso da expressão "heimlich" essa começou a assumir outro sentido, oposto do familiar, o que viria a originar o unheimlich: esse, estranho, aparece como algo oculto no familiar, ameaça que deverá ser encoberta.

* * * * *

A intuição transcendental ocorre sem objeto, ela se realiza no tempo e no espaço, que restam se supomos não haver mediações dos cinco sentidos.

hum) o tempo segundo Kant: é uma intuição "a priori" que estabelece sucessões nas quais um mesmo objeto está presente em seus vários momentos, sem, no entanto, perder sua unidade.

dois) O espaço segundo Kant: é uma intuição "a priori" na qual existem vários objetos que jamais se sobrepõem e só podem existir uma única vez, separados por suas distâncias.

* * * * *

Assim, espaço e tempo são indivisíveis e, neles, as coisas são unidades (espaço) e estabelecem relações internas, tensões, se movem (tempo). É no espaço e no tempo que as formas podem ser percebidas e que as coisas unas se dão aos sentidos do sujeito cartesiano. Mas aquele que vê e sente o que Matias apresenta quase rompe os próprios órgãos dos sentidos. Ao mesmo tempo que vê configurar-se uma aberração, o nascer de um duplo real, também pressente (caso considere absurda a primeira visão) a fusão mortífera. Impossível fugir do unheimlich.

Em lugar de tempo e espaço cartesianos como "intuições 'a priori'", esses aparecem como recalques: sua unidade reconforta a consciência da vida e da potência (reforçada pela unidade do sujeito), mas é mera proteção imaginária. O espaço sem recalques se confunde com o tempo. A expressão "espaço de tempo" é um ato falho da cultura, que indica nessa dubiedade seus prazeres e horrores ocultos por força da linguagem. Prazeres, sim, porque o duplo evoca relações narcísicas do eu.

* * * * *

Se o objeto dos sentidos (seja um garfo, um óculos ou um tênis) se oferece à sensibilidade duplamente, de modo absurdo e abusivo, há uma solução para senti-lo e outra para rejeitá-lo:

hum) a solução para negá-lo é o abrigo da cultura, dizê-lo absurdo para não causar vexame;

dois) a solução para senti-lo é oculta: duplicar também os sentidos, dobrar a sensibilidade kantiana e admitir, assim, o romper dos prazeres e das mortes.

Se aceitamos, secretamente, a segunda solução, duplicamos também, secretamente, os órgãos dos sentidos. Somos Narcisos monstruosos, receptivos a tudo. Surtamos espaço-temporalmente, admitimos o espaço como tempo-espaço. Surge em nós o corpo verdadeiro, que é o corpo erótico, onde ocorrem "a priori" todas as possibilidades. Não é mais um corpo desejante: para ele existe a fruição e o prazer da morte (sem pesares).

terça-feira, dezembro 07, 2004

Nunca falei de mim mesmo: tudo o que digo e escrevo sou eu (provisório). Não é egoísmo, mas talvez narcisismo por mim (ou por um "eu") esfacelado. Quantas interpretações para essa declaração? Que implicações isso tem? Antes de tudo, rejeitei às belas, eloqüentes e bem intencionadas verdades, fiquei sem princípios, mas não sei o suficiente sobre mim. Você sabe? Quase transcendo, como em momento de auto-esquartejamento espaço-temporal. Só posso aliviar a pressão não levando nada com seriedade, isso relaxa meus tendões, posterga o rompimento da última fibra solitária. Penso seriamente que vou a termo de propósito. Caso contrário, me viro contra-baixo e durmo essas cordas de som parco e sem sustento. É um ápice, um momento de silêncio, de suspensão.

segunda-feira, novembro 22, 2004

fragmento de um quarto


Como um diafrágma, vertia a ausência semelhante à descoberta, para um gozo de solidão.



quinta-feira, novembro 18, 2004

Extra!
a bienal depois de um mês e dois dias
Me perguntas: e a Bienal? Toda crítica a depreciou.
Algumas propostas de fato são descamadas ou perturbadas até a queda pelo ambiente conturbado, principalmente no térreo. Mas de início dois momentos me fizeram bem. Agrupei-os com o nome de "obras-descanso", pois seu primeiro impacto foi reter a turbulência e sugar meus sentidos para tateá-las. Laura Vinci e Jorge Macchi foram seus autores. Ambos utilizam materiais não-sólidos e que causam sensação de algo fluido: o som de caixinha de música (ar), em Macchi, o vapor d'água (ar e água) em Laura. A natureza nos dois são diferentes, porque em Macchi o som é associado à imagem de vídeo em loop de uma avenida larga vista de cima, com carros passando em diferentes velocidades, o que deixa o rastro de seu contexto original do cotidiano, que é crítico se estivermos em Sampa. A natureza de Laura deixa espaço maior para a potência do fenômeno natural em si, a evaporação e a condensação. Eles abrem grandes espaços para o gozo fora da experiência e a recombinação de Macchi provoca situação estranha, de desfamiliarização com algo muito conhecido e já carregado de significados, mas ele resiste, provoca como uma criança teimosa e não cai no reino comum dos significados.
Mas esses foram apenas os primeiros a me seduzir. Minha reação foi diferente com Batchelor, por exemplo (imagem acima)... E foram tantos outros...


blog temático
Alguns dos próximos meses serão temáticos. À direita está o tema para novembro. No fundo já são votos para 2005.

domingo, novembro 14, 2004

Com Barthes, por uma estética da dor.
"O estereótipo é a palavra repetida, fora de toda magia, de todo entusiasmo, como se fosse natural, como se por milagre essa palavra que retorna fosse a cada vez adequada por razões diferentes, como se imitar pudesse deixar de ser sentido como uma imitação (...) Nietzsche fez o reparo de que a 'verdade' não era outra coisa senão a solidificação de antigas metáforas (...) O estereótipo é esta nauseabunda impossibilidade de morrer".

sábado, novembro 06, 2004

Quem não foi à vernissage de ontem à noite não viu a infância das "Duas maneiras de furar a si mesmo". Os papéis se modificaram. O vento os torceu e a umidade da chuva invadiu a galeria. O lugar não é mais o mesmo. Convido-os para que assistam a essa metamorfose.

Breve comentário do Matias Monteiro
"A exposição de Allan de Lana na galeria de Bolso da Casa de Cultura da América Latina resiste a escrita. Ele constitui um espaço á parte; Allan nos lança irremediavelmente a um espaço outro, onde elementos flutuam em um desdobramento espacial que não se limita. A idéia dos furos e perfurações (já não recente nas pesquisas de Allan, mas só agora aberta ao público) não perde de vista a agressividade inerente no ato de perfurar, de vencer camadas, forçar caminhos e irromper superfícies. As pequenas inscrições pueris que Allan dispõe sobre as paredes revelam essa agressividade. Mas há também nelas muita suavidade. A perfuração neste trabalho se insere entre o ato violento de romper, e uma poética do não-limite, da não barreira, uma tentativa de igualar interior e exterior em um só espaço. A escolha de Allan pelos grafos infantis parece, neste aspecto, bem acertado. Não se trata de uma ingenuidade, mas de uma clara percepção da infância em si. O mundo também nos irrompe, nos adentra de forma violenta, ou na ambigüidade inerente a violência (furar o papel não com a ponta do prego, mas com sua outra extremidade umidecida). Disso advém uma possibilidade de amplitude.
Os pregos na parede sustentam com certa suavidade os textos e inscrições poéticas. O prego desconhece, ou conhece mas despreza, os limites físicos da sala. Ele quer ir além, ir através... O enxame de maribondos (são todos um nesse jogo de réplicas do coletivo) transfiguram-se em um só ataque, em uma só ferroada. Allan possivelmente não sabe, mas é discípulo inegável de Thanatus; seu furo aponta para uma possibilidade de equilíbrio de suspensão tencional, esse corpo perfurado é o corpo da não resistência, um corpo não mais tencionado, um corpo sem interior... um corpo que dessolve mediante a crueldade do furo, em total amplitude espacial".

segunda-feira, novembro 01, 2004

Voltei pra convidar vocês
Eu eu professor Vicente vamos abrir três exposições ao público dia 5/11, sexta-feira agora, 19:30h, na CAL - Casa da Cultura da América Latina.
A CAL fica no Setor Comercial Sul Quadra 04 - Ed. Anápolis, perto das Lojas Americanas.
Ocuparei a Galeria de Bolso com "Duas Maneiras de Furar a Si Mesmo". O resto é por conta do Vicente.

Duas Maneiras de Furar a Si Mesmo é composta por duas proposições inéditas. Uma são apropriações e pastiches de desenhos meus quando criança, outra é baseada em "Como furar papel-de-seda-azul-com-bolinha-branca", uma técnica sádica para realizar furos industriosos em papel.
Os desenhos infantis apropriados e imitados, o "Como furar papel-azul-com-bolinha-branca" e uma série que não é inédita, de desenhos sobre insetos, estarão expostos na Galeria de Bolso da CAL - Casa de Cultura da América Latina - a partir de 6/11/2004. A abertura da exposição acontece na noite dessa sexta-feira, 5/11.

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